domingo, 28 de junho de 2009

O que aconteceu com Michael Jackson ?


Pais valorizem seus Filhos;
Líderes valorizem as crianças!

Michael era o sétimo de nove filhos de Joseph e Katherine Jackson. Todos da família viviam em uma pequena casa, com dois quartos, e o pai sustentava a casa a duras penas trabalhando em uma usina siderúrgica. Todos logo perceberam o talendo de Michael Jackson e seus irmãos, mas devido à afinação e seu talento como dançarino, Michael se destacou e seguiu carreira solo.

Ele ganhou 13 prêmios Grammy, teve 13 singles no 1º lugar das paradas e vendeu mais de 200 milhões de discos. Seu álbum mais bem-sucedido, Thriller, lançado em dezembro de 1982, ficou entre os mais vendidos por 80 semanas. Era o auge de uma carreira que começaria a desmoronar na década de 90, com as plásticas, o casamento tumultuado e as acusações.
A infância de Michael não foi nada fácil. Seu pai era violento e batia em seu rosto todos os dias, dizendo-lhe: “Você é feio como um macaco”. Resultado: Michael nunca se contentou com a sua aparência, e isso fez dele uma pessoa infeliz durante toda a vida, a despeito de toda a sua fama e de todos os milhões de dólares que possuía.

O que a Palavra de Deus assevera, em Provérbios 22.6? “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele”.

Esse princípio é muito válido, positivamente. Mas também funciona ao contrário. Quando uma criança é ensinada no caminho da mentira ou maltratada, ela também dificilmente será feliz e normal.


Já está comprovado pela ciência que maus tratos na infância são a causa de muitos desvios na adolescência e na juventude.Infelizmente, muitos pais, até no meio cristão, ainda não sabem o efeito negativo que têm sobre uma criança o espancamento ou o emprego de palavras duras, que depreciam uma pessoa, como as dirigidas ao menino Michael Jackson.
Seu pai se vangloriava de ter elevado um menino ao estrelato. Mas ele foi também o principal responsável pela infelicidade de Michael e pelas suas permanentes esquisitices.

Portanto, “pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor” (Ef 6.4).
Amados ensinem os filhos nos caminhos do Senhor mas também em amor no Senhor, as crianças precisam de amor fora e dentro de casa.
A criança sem afeto tornar-se-á uma pessoa desajustada e, consequentemente, sem domínio sobre si mesma. Por isso se diz que o amor é dado em troca de uma necessidade.

A criança aprende a amar os outros, quando recebe amor. A criança que não recebe afeto, cresce conhecendo somente revolta e desprezo pelo próximo e também não ama; tudo por ter sido criada sem carinho. Suas reações serão as mesmas que sentiu pelos maus tratos que recebeu. Está na obrigação dos pais,professores e líderes de ministério infantil, ajudar o desenvolvimento da personalidade da criança, tratando-a com carinho.
Para que não ocorra um desvio no caráter da criança, precisam os pais e líderes dar o máximo de si mesmos, muito afeto e bom trato, para prenderem a atenção e a confiança da criança. Lembrem-se de que as crianças confiam e acreditam em quem amam.

Procure sempre falar-lhe a verdade. Nunca prometa o que não possa cumprir, uma simples “mentirinha” tira para sempre sua credibilidade. Para obtermos domínio sobre a criança é necessário fazermos uma sondagem, pois cada indivíduo, possui características próprias.

O ser humano não pode ser generalizado. É recomendado aos líderes distribuir as tarefas de modo agradável, pois, o trabalho mental excessivo é mais prejudicial que o físico, quando não bem regulado causa irritação e inquietação.

Nunca se pode desprezar as perguntinhas da criança, mesmo que sejam um tanto sem lógica; a resposta faz com que adquiram confiança, amizade e, sobretudo, liberdade para confidenciar suas aventuras e sentimentos com o professor.

Devemos acatar as iniciativas da criança, sempre que possível, aproveitando seu comportamento para dar como exemplo a outros.
Conversar com as crianças, sem critica-las, é uma boa maneira de demonstrar-lhes amor. Tenha sempre um sorriso para elas. Este amor deve ser mantido com autoridade. Sendo necessário uma repreensão, repreenda de modo meigo, com amabilidade, lembrando-se de que “resposta branda desvia o furor” (Pv 15:01).
Amar sempre as crianças!

Nenhum comentário:

Postar um comentário